O paciente renal crônico e o transplante de órgãos no Brasil: aspectos psicossociais

Autores

  • Elisa Kern de Castro

DOI:

https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.8.12

Palavras-chave:

doença renal terminal, transplante de órgãos, aspectos psicossociais, psicologia da saúde

Resumo

Este trabalho apresenta uma revisão sobre os aspectos psicossociais relacionados à doença crônica renal e transplante de órgãos no Brasil e analisa o papel do psicólogo da saúde. Atualmente, menos de 10% dos pacientes com insuficiência renal crônica são encaminhados para o transplante enquanto 60% poderiam ser transplantados. Além disso, o trabalho do psicólogo ainda está predominante dentro da psicologia clínica tradicional. A necessidade de mudanças no trabalho do psicólogo com estes pacientes e de participar no debate de políticas de saúde são discutidas, especialmente nos programas de saúde para favorecer condutas saudáveis. As informações deste estudo poderão ser úteis para os psicólogos para desenvolver guias e políticas para aumentar a qualidade de vida relacionada à doença crônica renal e transplante.

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Biografia do Autor

Elisa Kern de Castro

Psicóloga graduada pela PUC-RS, Mestre em Psicologia do Desenvolvimento pela UFRGS e atualmente cursa Doutorado em Psicologia Clínica e da Saúde na Universidad Autónoma de Madrid, Espanha) como bolsista da CAPES (Proc. 1129-01/5, 2002- 2006).

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Publicado

20-01-2004

Como Citar

Castro, E. K. de. (2004). O paciente renal crônico e o transplante de órgãos no Brasil: aspectos psicossociais. Revista Da Sociedade Brasileira De Psicologia Hospitalar, 8(1), 1–14. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.8.12

Edição

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