CONSIDERAÇÕES ÉTICAS NO TRANSPLANTE HEPÁTICO COM DOADOR VIVO

Autores

  • Claire Terezinha Lazzaretti Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.8.14

Palavras-chave:

Ética, doador vivo, transplante hepático

Resumo

O transplante hepático inter-vivo (THIV) estabeleceu-se no Brasil, à semelhança com o que ocorre em diversos paises, como alternativa para suprir a escassez de órgãos cadavéricos no decorrer dos anos. Com o aprimoramento técnico das equipes de transplante, os pacientes alcançam têm melhores resultados, o que motiva a população a optar, se possível pelo THIV. Embora nenhuma morte de doador vivo de fígado tenha sido oficialmente notificada no Brasil, o risco de tal complicação não é desprezível deve ser abordado durante e na decisão do potencial doador. Apesar do risco do doador ser considerado baixo, a doação de órgão com doador vivo deveria ser um ato absolutamente voluntário, com consentimento baseado nas informações dadas de forma imparcial e só escolhido quando a opção para obter um enxerto de cadáver seja praticamente nula. Embora o processo doença-transplante-doação envolva uma interação complexa da dinâmica psicossocial e familiar, a percepção do potencial doador necessariamente dependerá da explicação recebida do cirurgião. A ética da prática do THIV assenta-se principalmente na equipe transplantadora.

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Biografia do Autor

Claire Terezinha Lazzaretti, Universidade Federal do Paraná

Psicóloga Clínica do Serviço de Psicologia e do Serviço de Transplante Hepático do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná.

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Publicado

20-01-2004

Como Citar

Lazzaretti, C. T. (2004). CONSIDERAÇÕES ÉTICAS NO TRANSPLANTE HEPÁTICO COM DOADOR VIVO. Revista Da Sociedade Brasileira De Psicologia Hospitalar, 8(1), 15–26. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.8.14

Edição

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