Autoeficácia, lócus de controle e adesão ao tratamento em pacientes com diabetes tipo 2
DOI:
https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.21.266Palavras-chave:
diabetes, autoeficácia, lócus de controle, adesão ao tratamentoResumo
O presente estudo analisou a influência das variáveis autoeficácia e lócus de controle no tratamento dos pacientes com diabetes. Participaram 55 indivíduos com diabetes tipo 2, acompanhados pelas equipes de Saúde da Família da Atenção Básica, do município de Itabaiana (SE). Eles responderam a questões sociodemográficas, clínicas e a três escalas sobre autocuidado em diabetes, autoeficácia e lócus de controle.
Downloads
Referências
Al-Khawaldeh, O. A., Al-Hassan, M. A., & Froelicher, E. S. (2012). Self-efficacy, self-management, and glycemic control in adults with type 2 diabetes mellitus. Journalof Diabetes and its Complications, 26(1), 10-16. doi: 10.1016/j.jdiacomp.2011.11.002. DOI: https://doi.org/10.1016/j.jdiacomp.2011.11.002
Almeida, J. P., & Pereira, M. G. (2006). Locus de controlo na saúde: Conceito e validação duma escala em adolescentes com diabetes tipo I. Psicologia, Saúde e Doenças, 7(2), 221-238.
Bandura, A. (1994). Self-efficacy. Encyclopedia of Human Behavior, Vol. 4, 71- 81. New York: Academic Press.
Bandura, A. (2004). Health promotion by social cognitive means. Health Education & Behavior, 31(2), 143-164. doi: 10.1177/1090198104263660. DOI: https://doi.org/10.1177/1090198104263660
Boas, L. C. G. V. (2009). Apoio social, adesão ao tratamento e controle metabólico de pessoas com diabetes mellitus tipo 2. Tese de doutorado, Universidade de São Paulo. doi: 10.11606/D.22.2009.tde-18082009-125600. DOI: https://doi.org/10.11606/D.22.2009.tde-18082009-125600
Boas, L. C. G. V., Foss, M. C., Foss-Freitas, M. C., Torres, H. D. C., Monteiro, L. Z., & Pace, A. E. (2011). Adesão à dieta e ao exercício físico das pessoas com diabetes mellitus. Texto Contexto Enfermagem, 20(2), 272-279. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-07072011000200008
Brasil. Ministério da Saúde (BR). (2006). Diabetes Mellitus. Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília.Delamater, A. M. (2006). Improving patient adherence. Clinical Diabetes, 24(2), 71-77. doi: https://doi.org/10.2337/diaclin.24.2.71. DOI: https://doi.org/10.2337/diaclin.24.2.71
Duarte, F. M., & Wanderley, K. D. S. (2011). Religião e espiritualidade de idosos internados em uma enfermaria geriátrica. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 27(1), 49-53. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-37722011000100007
Ferreira, S. M. B., da Silva, A. M. C., & Botelho, C. (2005). Abandono do tratamento da tuberculose pulmonar em Cuiabá-MT-Brasil. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 31(5), 427-435. doi: 10.1590/S1806-3713200500050001. DOI: https://doi.org/10.1590/S1806-37132005000500011
Gagliardino, J. J., Turatti, L., Davidson, J. A., Guzmán, J. R., Limones, R. C., & Hernández, N. R. (2011). Manual de automonitoreo de la Asociación Latinoamericana de Diabetes (ALAD). Consensos ALAD, 53(5), 126-32.
Galvin, E. A., Navarro, F., & Greatti, V. R. (2014). A importância da prática do exercício físico para portadores de Diabetes Mellitus: Uma revisão crítica. SALUSVITA, Bauru, 33(2), 209-222.
Guimarães, H. P., & Avezum, A. (2007). O impacto da espiritualidade na saúde física. Revista de Psiquiatria Clínica, 34(supl 1), 88-94. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-60832007000700012
Linares, E. J. (2002). Los juicios de control sobre los agentes de salud: Variable moduladora de la calidad de vida de los enfermos de cáncer de pulmón avanzado sometidos a tratamiento paliativo.Tese de Doutorado, Universidade Autônoma de Barcelona. doi: http://hdl.handle.net/10803/4737.
Maldaner, C. R., Beuter, M., Brondani, C. M., Budó, M. D. L. D., & Pauletto, M. R. (2008). Fatores que influenciam a adesão ao tratamento na doença crônica: O doente em terapia hemodialítica. Revista Gaúcha de Enfermagem, 29(4), 647.
Miaskowski, R. N. C, Shockney, R. N. L, & Chlebowski, R. T. (2008). Adherence to oral endocrine therapy for breast cancer: A nursing perspective. Clinical Journal of Oncology Nursing, 12(2), 213. DOI: https://doi.org/10.1188/08.CJON.213-221
Michels, M. J., Coral, M. H. C., Sakae, T. M., Damas, T. B., & Furlanetto, L. M. (2010). Questionário de atividades de autocuidado com o diabetes: Tradução, adaptação e avaliação das propriedades psicométricas. Arquivo Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, 54(7), 644-51. DOI: https://doi.org/10.1590/S0004-27302010000700009
Molena-Fernandes, C. A., Junior, N. N., Tasca, R. S., Pelloso, S. M., & Cuman, R. K. N. (2005). A importância da associação de dieta e de atividade física na prevenção e controle do Diabetes mellitus tipo 2. Acta Scientiarum Health Science, 27(2), 195-205. DOI: https://doi.org/10.4025/actascihealthsci.v27i2.1427
Ochoa-Vigo, K., & Pace, A. E. (2005). Pé diabético: Estratégias para prevenção. Acta Paulista de Enfermagem, 18(1), 100-9.Odegard, P. S., & Beach, J. R. (2008). Blood glucose monitoring: a practical guide for use in the office and clinic setting. Diabetes Spectrum, 21(2), 100-111. doi: 10.2337/diaspect.21.2.100. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-21002005000100014
Organización Mundial de la Salud. (2004). Adherencia a los tratamientos a largo plazo: Pruebas para la acción.
Ortiz, M. y Ortiz, E. (2007). Psicología de la salud: Una clave para comprender el fenómeno de la adherencia terapéutica. Revista Médica de Chile, 135, 647-652. doi: 10.4067/S0034-98872007000500014. DOI: https://doi.org/10.4067/S0034-98872007000500014
Pace, A. E., Gomes, L. C., Bertolin, D. C., Loureiro, H. M. A. M., Van Der Bijl, J., & Shortridge-Baggett, L. M. (2017). Adaptação e validação da Diabetes Management Self-efficacy Scale para a língua portuguesa do Brasil. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 25, 2861. doi: 10.1590/1518-8345.1543.2861. DOI: https://doi.org/10.1590/1518-8345.1543.2861
Patrão, M. C. L. (2011). Auto-eficácia em pessoas com diabetes mellitus tipo 2 insulinotratadas. Tese de Doutorado, Universidade de Coimbra. doi: http://hdl.handle.net/10316/20397.
Rodríguez-Rosero, J. E., Ferriani, M. D. G. C., & Coleta, M. F. D. (2002). Escala de lócus de controle da saúde-MHLC: estudos de validação. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 10(2), 179-184. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-11692002000200009
Sartorelli, D. S., & Franco, L. J. (2003). Tendências do diabetes mellitus no Brasil: O papel da transição nutricional. Caderno de Saúde Pública, 19(s1). DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-311X2003000700004
Silva, C. A. D., & Lima, W. C. D. (2002). Efeito benéfico do exercício físico no controle metabólico do diabetes mellitus tipo 2 à curto prazo. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, 46(5), 550-556. Sociedade Brasileira de Diabetes. (2015-2016). Diretrizes da sociedade brasileira de diabetes. São Paulo: A.C. Farmacêutica. DOI: https://doi.org/10.1590/S0004-27302002000500009
Souza, G. S., & Faro, A. (2015). Adesão ao tratamento e lócus de controle em hipertensos. Veredas Favip-Revista Eletrônica de Ciências, 8(1), 5-19.
Tedeschi, G. B. D. (2014) Autoeficácia das pessoas com diabetes mellitus tipo 2, em seguimento ambulatorial, para o cuidado com a doença. Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo. doi: 10.11606/D.22.2015.tde-29052015-192101. DOI: https://doi.org/10.11606/D.22.2015.tde-29052015-192101
Turi, B. C., Codogno, J. S., Fernandes, R. A., & Monteiro, H. L. (2011). Associação entre doenças crônicas em adultos e redução dos níveis de DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v44i4p389-395
atividade física. Medicina (Ribeirao Preto.Online), 44(4), 389-395. doi: 10.11606/issn.2176-7262.44(4)389-395.Wallston, K. A. (1992). Hocus-pocus, the focus isn't strictly on locus: Rotter's social learning theory modified for health. Cognitive Therapy and Research,16(2), 183-199. DOI: https://doi.org/10.1007/BF01173488
World Health Organization. (2016). Diabetes country profiles: WHO. Recuperado em 7 set. 2016: http://www.who.int/diabetes/country-profiles/en/
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
A licença CreativeCommons “Atribuição 4.0 Internacional" – CC BY permite "copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato e remixar, transformar e criar a partir do material, para qualquer fim, mesmo que comercial." Ainda de acordo com a licença CC BY, os autores devem "atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença e indicar se foram feitas alterações". Essas alterações devem ser indicadas sem sugerir que a Revista da SBPH apoie o seu uso. Mais informações sobre a licença em: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt






