A criança gravemente doente fala sobre a morte

um relato de experiência

Autores

  • Marina Ferreira Arienti Universidade Federal do Paraná
  • Marcos Vinícius Zoreck Portela Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.21.274

Palavras-chave:

criança, morte, hospital

Resumo

Em nossa sociedade, a morte ocupa o lugar de interdito, principalmente quando se trata da morte de crianças. Pouco ou quase nada é dito sobre o tema nas instituições de saúde. O silêncio sobre o assunto revela o que se tenta esconder: o adoecimento e a morte da criança. O presente artigo discute os motivos do silêncio do adulto diante da iminência de morte da criança e a função dos atendimentos de psicologia como lugar de escuta e fala para essas crianças.

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Biografia do Autor

Marina Ferreira Arienti, Universidade Federal do Paraná

Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná. Psicóloga residente do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná. Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar no Eixo de Concentração de Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente.

Marcos Vinícius Zoreck Portela, Universidade Federal do Paraná

Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná.

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Publicado

01-11-2018

Como Citar

Arienti, M. F., & Portela, M. V. Z. (2018). A criança gravemente doente fala sobre a morte: um relato de experiência. Revista Da Sociedade Brasileira De Psicologia Hospitalar, 21(1), 232–244. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.21.274

Edição

Seção

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