A perspectiva do paciente sobre a experiência de internação em UTI

revisão integrativa de literatura

Autores

  • Ana Gélica Alves Gomes Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Maria Fernanda de Oliveira Carvalho Universidade Federal do Rio Grande do Norte

DOI:

https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.21.295

Palavras-chave:

unidade de terapia intensiva, pacientes hospitalizados, percepção

Resumo

A internação em uma UTI pode representar, para o paciente, um momento significativamente estressor dadas as especificidades dessa unidade, marcada pelo alto nível tecnológico e fatores eliciadores de reações emocionais adversas. Nesse sentido, realizou-se esse trabalho com o objetivo de, a partir de uma revisão integrativa de literatura, discutir a percepção e respostas emocionais de pacientes adultos ao seu período de internação em UTI.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Ana Gélica Alves Gomes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Psicóloga, com residência em Terapia Intensiva pelo programa de Residência Integrada Multiprofissional em saúde do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Maria Fernanda de Oliveira Carvalho, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Mestre em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Psicóloga do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL).

Referências

Bitencourt, A. G. V., Neves, F. B. C. S., Dantas, M. P., Albuquerque, L. C., Melo, R. M. V., Almeida, A. M., Agareno, S., Teles, J. M. M., Farias, A. M., & Messeder, O. (2007). Análise de Estressores para o Paciente em Unidade de Terapia Intensiva. Rev. Bras. Ter. Intensiva, 19(1), 53-9. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-507X2007000100007

Castaño, Á. M. (2008). Hacer se entender: la experiencia de pacientes sometidos a ventilación mecánica sin efectos de sedación. Invest. Educ. Enferm., 26(2), 236-242.

Castro, E. S., & Rosero, E. V. (2015) Experiencia de estar hospitalizado em una unidad de cuidado intensivo coronario de Barranquilla. Av Enferm., 33(3), 381-390. DOI: https://doi.org/10.15446/av.enferm.v33n3.41841

Condes, R. P., Uwagoya, K. S., Iavelberg, A. H., Pozzani, A. F., Carvalho, A. M., Sasso, L. G. C., Bonsaver, M., Rosa, N. B., Lima, P. X. B., & Bruscato,

W. L. (2012). Atendimento psicológico em Unidade de Terapia Intensiva. In: Bruscato, Wilze L. (Orgs.). A psicologia na saúde: da atenção básica à alta complexidade. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Corrêa, M. L. T. (2006). Psicologia ambiental e psicossomática. In Corrêa, M. L. T. Psicologia ambiental em um hospital infantil: uma análise comportamental enfatizando qualidade de vida e bem-estar. Dissertação de Mestrado. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.

Dessotte, C. A. M., Rodrigues, H. F., Furuya, R. K., Rossi, L. A., & Dantas, R. A. S. (2016). Estressores percebidos por pacientes no pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca. Rev. Bras. Enferm., 69(4), 694-703. DOI: https://doi.org/10.1590/0034-7167.2016690418i

Dias, D. S., Resende, M. V., & Diniz, G. C. L. M. (2013). Estresse do paciente na terapia intensiva: comparação entre unidade coronariana e pós-operatória geral. Rev Bras Ter. Intensiva, 27(1), 18-25.

Engwall, M., Fridh, I., Johansson, L., Bergbom, I., & Lindahl, B. (2015). Lighting, sleep and circadian rhythm: an intervention study in the intensive care unit Intensive Crit. Care Nursing, 31, 325–35. DOI: https://doi.org/10.1016/j.iccn.2015.07.001

Nascimento, E. R. P., & Trentini, M. (2004). O cuidado de enfermagem na unidade de tratamento intensiva (UTI): teoria de Paterson e Zderad. Rev. Lat. Am. Enferm., 12(2), 250-7. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-11692004000200015

Nogueira, J. J. Q., Ferreira, J. A., Albuquerque, A. M., & Agra, G. (2017). Fatores agravantes e atenuantes à percepção de morte em UTI: a visão dos pacientes. Rev. Pesqui. Cuid. Fundam., 9(1),51-56. DOI: https://doi.org/10.9789/2175-5361.2017.v9i1.51-56

Pina, R. Z., Lapchinsk, L. F., & Pupulim, J. S. L. (2008). Percepção de pacientes sobre o período de internação em unidade de terapia intensiva. Ciênc. cuid. saúde, 7(4), 503-508. DOI: https://doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v7i4.6658

Pregnolatto, A. P., & Agostinho, V. B. (2003). O psicólogo na unidade de terapia intensiva - Adulto. In M. N. Batista & R. R. Dias (Eds). Psicologia

hospitalar: Teoria, aplicação e casos clínicos (pp.93-107). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Proença, M. O. & Agnolo, C. M. D. (2011). Internação em unidade de terapia intensiva: percepção de pacientes. Rev Gaucha Enferm., 32(2), 279-86. DOI: https://doi.org/10.1590/S1983-14472011000200010

Romano, B. W. (1999). Princípios para a prática da psicologia clínica em hospitais. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Sebastiani, R. W. (2003). Atendimento psicológico no centro de terapia intensiva. In V. A. Agerami-Camon (Ed.), Psicologia hospitalar: Teoria e prática. São Paulo: Pioneira Thonison.

Simonetti, A. (2004). Manual de psicologia hospitalar – o mapa da doença. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Sousa, L. M. & Souza Filho, E. A. (2008). Percepções sociais de pacientes sobre profissionais de saúde e outros estressores no ambiente de unidade de terapia intensiva. Estud. psicol., 25(3), 333-342. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-166X2008000300002

Souza, T. S., Silva, M. D., & Carvalho, R. (2010). Revisão integrativa: o que é e como fazer? Einstein, 8, 102-106. DOI: https://doi.org/10.1590/s1679-45082010rw1134

Veiga, E. P., Vianna, L. G. & Melo, G. F. de. (2013). Fatores estressores em Unidade de Terapia Intensiva: percepção de pacientes idosos e adultos no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Revista Kairós Gerontologia, 16(3), 65-77.

Downloads

Publicado

07-11-2018

Como Citar

Gomes, A. G. A., & Carvalho, M. F. de O. (2018). A perspectiva do paciente sobre a experiência de internação em UTI: revisão integrativa de literatura. Revista Da Sociedade Brasileira De Psicologia Hospitalar, 21(2), 167–185. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.21.295

Edição

Seção

Pesquisa original