Cuidados paliativos em oncologia pediátrica

uma perspectiva de atuação psicológica

Autores

  • Luciana Araújo Gurgel Universidade Federal do Ceará
  • Ana Maria Vieira Lage Universidade Federal do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.16.318

Palavras-chave:

Câncer infantil, cuidados paliativos, atuação do psicólogo

Resumo

Cuidados paliativos é o cuidar de pacientes que não respondem tratamentos curativos. Esses cuidados são oferecidos por uma equipe de saúde onde o psicólogo está inserido. Na infância, o câncer apresenta alto índice de cura, mas em alguns casos apenas são possíveis esses cuidados. A proposta desse trabalho é comentar a atuação do psicólogo em Cuidados Paliativos em Oncologia Pediátrica. Trata-se de uma revisão bibliográfica nacional baseada em artigos científicos do Scielo Brasil e da Biblioteca Virtual em Saúde, em livros que retratam a temática do Câncer Infantil, da Psico-oncologia, dos Cuidados Paliativos, da Morte e um resgate da legislação. A análise da pesquisa permitiu apontar que existem poucos trabalhos sobre atuação do psicólogo em cuidados paliativos. A prática do psicólogo nesse contexto pode ser feita a nível individual ou grupal, através de escuta qualificada, esclarecimento de dúvidas, mediação entre paciente-família-equipe, oferecendo atendimento em todas as etapas do tratamento e em todos os espaços do hospital. Nos cuidados paliativos, o psicólogo pode trabalhar com: criança, família e equipe, atuando desde a comunicação diagnóstica, acompanhando tratamento, aproximação da morte e dando suporte aos familiares na morte e após a morte.

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Biografia do Autor

Luciana Araújo Gurgel, Universidade Federal do Ceará

Psicóloga formada pela Universidade Federal do Ceará.

Ana Maria Vieira Lage, Universidade Federal do Ceará

Professora Doutora Titular do Departamento de Psicologia da UFC.

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Publicado

23-01-2013

Como Citar

Gurgel, L. A., & Lage, A. M. V. (2013). Cuidados paliativos em oncologia pediátrica: uma perspectiva de atuação psicológica. Revista Da Sociedade Brasileira De Psicologia Hospitalar, 16(1), 141–162. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.16.318

Edição

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