Intervenção psicoeducativa com uso de jogos eletrônicos

um estudo com familiares de pacientes oncológicos

Autores

  • Tathiane Barbosa Guimarães Hospital do Coração
  • Tereza Cristina Cavalcanti Ferreira de Araujo Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.17.351

Palavras-chave:

intervenção psicológica, jogos eletrônicos, Psico-Oncologia, Tecnologias de Informação e Comunicação; Prevenção

Resumo

Intervenções psicoeducativas são adotadas em saúde, visando oferecer atenção integral e cuidados preventivos. Para tanto, utilizam-se diversas estratégias, inclusive aquelas propiciadas pela expansão das Tecnologias de Informação e Comunicação, como internet e sites. Considerando tais perspectivas, realizou-se uma investigação com os seguintes objetivos: a) descrever, analisar e compreender a percepção da criança, parente de paciente oncológico, a respeito do câncer e seus tratamentos; b) propor uma intervenção psicoeducativa para esta criança (familiar de um paciente com câncer); c) elaborar jogos eletrônicos, disponibilizados em um site, para serem adotados como ferramenta mediadora da intervenção psicoeducativa; e d) avaliar benefícios e limites desta intervenção. Verificou-se que, antes da intervenção, predominavam estratégias de enfrentamento focadas na emoção e ausência de suporte informativo e emocional. Constatou-se que a intervenção favoreceu a ampliação de recursos para lidar com a experiência oncológica de um familiar. Recomendam-se mais pesquisas sobre uso ferramentas eletrônicas em saúde.

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Biografia do Autor

Tathiane Barbosa Guimarães, Hospital do Coração


Psicóloga responsável pelo Serviço de Oncologia do Hospital do Coração (HCor) - São Paulo.

Tereza Cristina Cavalcanti Ferreira de Araujo, Universidade de Brasília

Professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura - Universidade de Brasília, Brasília, DF.

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Publicado

07-01-2014

Como Citar

Guimarães, T. B., & Araujo, T. C. C. F. de. (2014). Intervenção psicoeducativa com uso de jogos eletrônicos: um estudo com familiares de pacientes oncológicos. Revista Da Sociedade Brasileira De Psicologia Hospitalar, 17(2), 106–122. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.17.351

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