Representação social da Psicologia Hospitalar para familiares de pacientes hospitalizados em Unidade de Terapia Intensiva
DOI:
https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.15.375Palavras-chave:
Psicologia Hospitalar, Família, Representação SocialResumo
Este estudo teve como objetivo identificar a representação social da Psicologia Hospitalar para os familiares de pacientes hospitalizados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), uma vez que a psicologia hospitalar procura minimizar o sofrimento em relação à hospitalização. Para tal, foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com doze familiares, tendo sido desenvolvida uma pesquisa de campo qualitativa e descritiva. Os dados foram categorizados e analisados a partir da análise de conteúdo, buscando relacionar as respostas com a teoria da representação social e estudos sobre a psicologia hospitalar. A representação social dos familiares de pacientes hospitalizados em UTI em relação ao psicólogo hospitalar baseia-se em vivências do atendimento psicológico. Assim, os familiares percebem o psicólogo como um profissional de ajuda, ao orientar, informar e preparar a família em relação à situação do paciente e ao ambiente de internação e, também, reconhecem a necessidade desse profissional em outros ambientes do hospital.
Downloads
Referências
Abric, J.C. (2000). A abordagem estrutural das representações sociais. In A.S. Moreira, & D. C. Oliveira. Estudos interdisciplinaresde representação social.
(2ª ed., pp. 27-38). Goiânia: AB. Camon, V.A. (2004). Tendências em psicologia hospitalar. São Paulo: Thomson.
Campos, T. C. (1995). Psicologia hospitalar: a atuação em hospitais. (2ª ed.). São Paulo: EPU.
Carvalho, J. W., & Souza, E. F. (2005). Representações sociais da psicologia hospitalar entre médicos e psicólogos. Dissertação, Universidade Federal do
Rio de Janeiro, Riode Janeiro. Recuperado em 23 de fevereiro de 2009, da http://teses.ufrj.br/ip_m/julianawallingalvesdecarvalho.pdf.
Carvalho, K. B. (2008). A atuação do psicólogo no suporte ao paciente, família e equipe multiprofissional no processo da humanização hospitalar. Psicópio: Revista Virtual de Psicologia Hospitalar e da Saúde, 4, 14-22. Recuperado em 23 de fevereiro, 2009, da http://susanaalamy.sites.uol.com.br/psicopio_n7_14.pdf.Chiattone, H. B. (2006). A significação da psicologia no contexto hospitalar. In V.A. Camom (Ed.). Psicologia da saúde: um novo significado para a prática clínica (pp. 73-167). São Paulo: Thomson.
Gotardo, G. I. B., & Silva, C. A. (2005). O cuidado dispensado aos familiares na unidade de terapia intensiva. Revista de Enfermagem da UERJ, 13, 223-228. Recuperado em 23 de fevereiro de 2009, da http://www.portalbvsenf.eerp.usp.br/pdf/reuerj/v13n2/v13n2a13.pdf.
Haberkorn, A. (2004). Atuação psicológica na UTI. In W.L. Bruscato, C. Benedetti, & S.R.A. Lopes. A prática da psicologia hospitalar na Santa Casa de São Paulo: novas páginas em uma antiga história. (pp. 99-107). São Paulo: Casa do Psicólogo.
Ismael, S.M.C. (2004). A família do paciente em UTI. In J. Melo Filho, & M. Burd. Doença e família (pp. 25-258). São Paulo: Casa do Psicólogo.
Leitão, M. S. (1993). O psicólogo e o Hospital. Porto Alegre: Sagra de Luzzato.
Lucchesi, F., Macedo, P. C. M., & Marco, M. A. (2008). Saúde mental na unidade de terapia intensiva. Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar, 11, 19-30. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-507X2007000100008
Lustosa, M.A. (2007). A família do paciente internado. Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar, 10, 3-8. Recuperado em 23 de fevereiro de 2009, da http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-08582007000100002&lng=pt&nrm=iso.
Melo, A.P.S.A. (2007). A tarefa do psicólogo na instituição hospitalar. Psicópio: Revista Virtual de Psicologia Hospitalar e da Saúde, 3. Recuperação em 23 de fevereiro de 2009, da http://susanaalamy.sites.uol.com.br/psicopio_n6_9.pdf.
Mello, P.C. (2008). A atuação do psicólogo na unidade de terapia intensiva.
Psicópio: Revista Virtual de Psicologia Hospitalar e da Saúde, 4, 36-39.
Recuperado em 23 de fevereiro de 2009, da http://susanaalamy.sites.uol.com.br/psicopio_n7_36.pdf.
Minayo, M.C.S. (2004). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde (8ª ed., pp. 269). São Paulo: Hucitec.
More, C.O.O., Leiva, A.C., & Tagliari, L.V. (2001). A representação social do psicólogo e de sua prática no espaço público-comunitário. Paidéia, 11, 85-98. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-863X2001000200010
Recuperado em 27 de outubro de 2009, da http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103863X2001000200010&lng=en&nrm=iso&tlng=pt.
More, C.O.O. et al. (2004) As representações sociais do psicólogo entre os residentes do programa de saúde da família e a importância da
interdisciplinaridade. Psicologia Hospitalar, 1, 59-75. Recuperado em 27 de outubro, 2009, da http://www.labsfac.ufsc.br/documentos/representacoesSociaisPsicologoResidentes.pdf.
Nunes, L. C., & Gióias-Martins, D. F. (2003). O psicólogo hospitalar na visão do paciente hospitalizado: um estudo das representações sociais. Boletim de Iniciação Científica em Psicologia, 4, 11-24. Recuperado em 28 de outubro da 2009, da http://www.mackenzie.br/fileadmin/Graduacao/CCBS/Cursos/Psicologia/boletins/4/o_psicologo_hospitalar.pdf.
Oliveira, F., & Werba, G. C. (2002). Representações sociais. In M.G.C. Jacques, M.N. Strey, & M.G. Bernades. Psicologia Social Contemporânea (6ª ed., pp. 104 – 117) Petrópolis: Vozes.
Pinheiro, L.M.H. (2005). A importância da psicologia para a humanização hospitalar. Psicópio: Revista Virtual de Psicologia Hospitalar e da Saúde, 1, 25-35. Recuperado em 23 de fevereiro, 2009, da http://susanaalamy.sites.uol.com.br/psicopio_n1_25.pdf.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. (2001). Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar. Brasília, DF.
Rampazzo, L. (2005). Metodologia científica para alunos dos cursos de graduação e pós-graduação (3ª ed.). São Paulo: Edições Loyola.
Romano, B.W. (1999). Princípios para a prática da psicologia clínica em hospitais. São Paulo: Casa do Psicólogo.
Santos, E.F.N. (2007). Possibilidades de integração entre família, paciente hospitalizado e equipe terapêutica em uma UTI: um estudo de caso. Monografia de graduação, Centro Universitário do Leste de Minas Gerais – Unileste-MG, Ipatinga, MG, Brasil.
Soares, M. (2007). Cuidando da família de pacientes em situação de terminalidade internados na unidade de terapia intensiva. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 19, 481-484. Recuperado em 23 de fevereiro, 2009, da http://www.scielo.br/pdf/rbti/v19n4/a13v19n4.pdf DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-507X2007000400013
Trindade, Z.A. (2000). Em busca da maternidade: dilema reprodutivo de mulheres inférteis. In: A. S. P. Moreira, & D. C. Oliveira, Estudos interdisciplinares de representação social (2ª ed., pp.191-204). Goiânia: AB.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
A licença CreativeCommons “Atribuição 4.0 Internacional" – CC BY permite "copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato e remixar, transformar e criar a partir do material, para qualquer fim, mesmo que comercial." Ainda de acordo com a licença CC BY, os autores devem "atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença e indicar se foram feitas alterações". Essas alterações devem ser indicadas sem sugerir que a Revista da SBPH apoie o seu uso. Mais informações sobre a licença em: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt