Atuação do psicólogo em unidade neonatal

construindo rotinas e protocolos para uma prática humanizada

Autores

  • Danielle Vargas Silva Baltazar Hospital Geral de Bonsucesso
  • Rafaela Ferreira de Souza Gomes Hospital Geral de Bonsucesso
  • Talita Beja Dias Cardoso Hospital Geral de Bonsucesso

DOI:

https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.13.449

Palavras-chave:

Neonatologia, Prematuridade, Protocolos e rotinas psicológicas, Práticas humanizadoras, Vínculo afetivo, Intervenções precoces

Resumo

O artigo apresenta o contexto da atuação do psicólogo em Unidade de terapia intensiva (UTI) e Unidade intermediária (UI) neonatal do Hospital Geral de Bonsucesso, Ministério da Saúde, referência para atendimento a gestante de alto risco e prematuros. Pretende-se expor a rotina de assistência psicológica construída nestes setores, as quais prevêem uma prática humanizada de atendimento. Para tanto abordaremos os desafios de um serviço de neonatologia, assim como questões que permeiam a internação de neonatos de risco. A partir de um enfoque psicanalítico, analisaremos a relação pais-filhos, o vínculo afetivo e relações primárias, tendo por objetivo em nossas práticas as intervenções precoces.

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Biografia do Autor

Danielle Vargas Silva Baltazar, Hospital Geral de Bonsucesso

Psicóloga, mestre em saúde pública pela ENSP/FIOCRUZ, especialista em saúde mental em nível de residência pelo IPP/FIOCRUZ, psicóloga da UTI/UI neonatal do Hospital Geral de Bonsucesso (HGB).

Rafaela Ferreira de Souza Gomes, Hospital Geral de Bonsucesso

Acadêmica de psicologia e estagiária da UTI neonatal do Hospital Geral de Bonsucesso (HGB).

Talita Beja Dias Cardoso, Hospital Geral de Bonsucesso

Acadêmica de psicologia e estagiária da UI neonatal do Hospital Geral de Bonsucesso (HGB).

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Publicado

24-01-2010

Como Citar

Baltazar, D. V. S., Gomes, R. F. de S., & Cardoso, T. B. D. (2010). Atuação do psicólogo em unidade neonatal: construindo rotinas e protocolos para uma prática humanizada. Revista Da Sociedade Brasileira De Psicologia Hospitalar, 13(1), 2–18. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.13.449

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