Limitação de suporte de vida e o enfrentamento familiar em UTI oncológica
DOI:
https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.2025.v28.800Palavras-chave:
Enfrentamento, Unidades de terapia intensiva, Neoplasias, Psicologia hospitalar, FamíliaResumo
A internação de um paciente oncológico e a limitação de suporte de vida na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) são más notícias que podem causar diversas reações em um familiar, que necessita mobilizar estratégias de enfrentamento para lidar com tal situação. Este estudo teve como objetivo identificar estratégias de enfrentamento utilizadas por familiares de pacientes em situações de limitação de suporte, seu perfil sociodemográfico e correlacionar tais dados. Nesta pesquisa original 39 familiares responderam uma ficha de dados do paciente, seus próprios dados sociodemográficos e a Escala Modos de Enfrentamento de Problema (EMEP), que compreende quatro estratégias de enfrentamento. Os dados foram analisados por estatística descritiva e os resultados evidenciaram que as estratégias de enfrentamento mais utilizadas foram as focalizadas no problema e em práticas religiosas e/ou pensamento fantasioso, sendo desempenhadas em sua maioria por mulheres maiores de 40 anos, filhas, com ensino médio e de religião católica. O perfil de paciente se dá por homens, maiores de 40 anos, de procedência clínica, em tratamento de aparelho digestivo alto, com óbito na UTI. A partir dos achados evidenciou-se que o adoecimento gera diversas reações emocionais e as estratégias de enfrentamento podem oscilar a depender do familiar e momento que está vivenciando. Neste sentido, ressalta-se a importância da assistência psicológica aos familiares na UTI, bem como a necessidade de um instrumento padronizado para este contexto.
Downloads
Referências
Aguiar, L. M. M., Martins, G. S., Valduga, R., Gerez, A. P., Carmo, E. C., Cunha, K. C., Cipriano, G. F. B., & Silva, M. L. (2021). Perfil de unidades de terapia intensiva adulto no Brasil: revisão sistemática de estudos observacionais. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 33(4), 624–634. https://doi.org/10.5935/0103-507X.20210088. DOI: https://doi.org/10.5935/0103-507X.20210088
Alves, B. S., Oliveira, A. S., Santana, E. S., Chaves, R. N., Marinho, M. S., & Reis, L. A. (2019). Caracterização dos cuidadores informais de idosos dependentes quanto aos aspectos demográficos e de saúde. Revista de Saúde Coletiva da UEFS, 9, 113–118. https://doi.org/10.13102/rscdauefs.v9i0.3684. DOI: https://doi.org/10.13102/rscdauefs.v9i0.3684
Amêndola, C. P., Santos, R. A., & Silva, U. V. A. (Orgs.). (2018). Terapia intensiva em oncologia. Rubio.
Antoniazzi, A. S., Dell'Aglio, D. D., & Bandeira, D. R. (1998). O conceito de coping: uma revisão teórica. Estudos de Psicologia (Natal), 3(2), 273–294. https://doi.org/10.1590/S1413-294X1998000200006. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-294X1998000200006
Azevedo, D. (2004). A Igreja Católica e seu papel político no Brasil. Estudos Avançados, 18(52), 109–120. https://doi.org/10.1590/S0103-40142004000300009. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-40142004000300009
Baile, W. F., Buckman, R., Lenzi, R., Glober, G., Beale, E. A., & Kudelka, A. P. (2000). SPIKES: a six-step protocol for delivering bad news: application to the patient with cancer. The Oncologist, 5(4), 302-311. https://doi.org/10.1634/theoncologist.5-4-302. DOI: https://doi.org/10.1634/theoncologist.5-4-302
Balbino, C. M., Silvino, Z. R., Santos, J. S., Joaquim, F. L., Souza, C. J., Santos, L. M., & Izu, M. (2020). Os motivos que impedem a adesão masculina aos programas de atenção a saúde do homem. Research, Society Development, 9(7), e389974230. https://doi.org/10.33448/rsd-v9i7.4230. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v9i7.4230
Barth, A. A., Weigel, B. D., Dummer, C. D., Machado, K. C., & Tisott, T. M. (2016). Estressores em familiares de pacientes internados na unidade de terapia intensiva. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 28(3), 323–329. https://doi.org/10.5935/0103-507X.20160055. DOI: https://doi.org/10.5935/0103-507X.20160055
Campos, A. S., Leite, E. S., Stoppiglia, L. F. (2021). Estresse e enfrentamento religioso/espiritual entre os alunos de psicologia. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 7(2), 1-14. https://doi.org/10.51891/rease.v7i2.619. DOI: https://doi.org/10.51891/rease.v7i2.619
Carbogim, F. C., Pereira, R. Z. A., Luiz, F. S., Andrade, R. O., Tony, A. C. C., Paiva, A. C. P. C. (2019). Enfrentamento de familiares de pacientes em tratamento oncológico. Revista de Enfermagem e Atenção à Saúde, 8(1), 51-60. https://doi.org/10.18554/reas.v8i1.3409. DOI: https://doi.org/10.18554/reas.v8i1.3409
Carvalho, V. A., Franco, M. H. P., Kovács, M. J., Liberato, R. P., Macieira, R. C., Veit, M. T., Gomes, M. J. B., & Barros & L. H. C. (Orgs.). (2008). Temas em psico-oncologia. Summus.
Casarini, K. A., Gorayeb, R., & Basile Filho, A. (2009). Coping by relatives of critical care patients. Heart and Lung, 38(3), 217–227. https://doi.org/10.1016/j.hrtlng.2008.05.003. DOI: https://doi.org/10.1016/j.hrtlng.2008.05.003
Castro, M. L. M., Almeida, F. A. C., Amorim, E. H., Carvalho, A. I. L. C., Costa, C. C., & Cruz, R. A. O. (2021). Perfil de pacientes de uma unidade de terapia intensiva de adultos de um município paraibano. Enfermería Actual de Costa Rica, (40), 1-13. http://doi.org/10.15517/revenf.v0i40.42910. DOI: https://doi.org/10.15517/revenf.v0i40.42910
Cavalcanti, A. N., Pinto, K. D. C., & Maia, E. M. C. (2019). Perfil de pacientes adultos em unidade de terapia intensiva do nordeste brasileiro. Revista Portal Saúde e Sociedade, 4(2):1113-1125. https://doi.org/10.28998/2525-4200.2019v4n2.1113-1125. DOI: https://doi.org/10.28998/2525-4200.2019v4n2.1113-1125
Conceição, H. N., Jesus, M. L. R. S., Gomes, I. M. N., Luz, K. R. G., Conceição, H. N., Costa Filho, J. G. D., & Luz Filho, C. A. (2021). Perfil e sobrecarga dos cuidadores informais de idosos dependentes. Research, Society Development, 10(6), e47210616061. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i6.16061. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v10i6.16061
Conselho Federal de Medicina (BR). (2006). Resolução CFM n. 1.805/2006. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/resolucoes/BR/2006/1805.
Conselho Federal de Medicina (BR). (2020). Resolução CFM n. 2.271/2020. [Página institucional]. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/resolucoes/BR/2020/2271.
Costa, J. B., Felicetti, C. R., Costa, C. R. L. M., Miglioranza, D. C., Osaku, E. F., Versa, G. L. G. S., Solstoski, J., Duarte, P. A. D., Duarte, S. T., Ogasawara, S. M., & Taba, S. (2010). Fatores estressantes para familiares de pacientes criticamente enfermos de uma unidade de terapia intensiva. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 59(3), 182–189. https://doi.org/10.1590/S0047-20852010000300003. DOI: https://doi.org/10.1590/S0047-20852010000300003
Cruz, C. O., & Riera, R. (2016). Comunicando más notícias: o protocolo SPIKES. Diagnóstico e Tratamento, 21(3), 106-108. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://periodicosapm.emnuvens.com.br/rdt/article/view/38.
Cunha, D. A. O., Cunha, R. L., Santos, M. L. S. C., Oliveira, E. M., Soares, R. S., & Fuly, P. S. C. (2018). Perfil dos pacientes admitidos em uma unidade de terapia intensiva oncológica. Ciência, Cuidado e Saúde, 17(20), 1-8. Recuperado de 06 de agosto de 2025, de https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/CiencCuidSaude/article/view/40365. DOI: https://doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v17i2.40365
Dantas, M. P., & Barros, C. (2019). Estratégias de enfrentamento de acompanhantes de crianças hospitalizadas em UTI pediátrica [Trabalho de conclusão de curso, Faculdade Pernambucana de Saúde]. Repositório Institucional. https://tcc.fps.edu.br/jspui/handle/fpsrepo/605.
Faria, J. B., & Seidl, E. M. F. (2005). Religiosidade e enfrentamento em contextos de saúde e doença: revisão da literatura. Psicologia: Reflexão e Crítica, 18(3), 381–389. https://doi.org/10.1590/S0102-79722005000300012. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-79722005000300012
Figueiredo, C. G. G., Santos, C. C. L., Franco, M. S. P., Adriano, F. C. (2017). Aspectos do cuidador familiar de doentes com câncer [Apresentação de trabalho]. Anais II Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde (pp. 1-9). Realize Editora, Campina Grande. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/29078.
Fornazari, S. A., & Ferreira, R. E. R. (2010). Religiosidade/espiritualidade em pacientes oncológicos: qualidade de vida e saúde. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 26(2), 265–272. https://doi.org/10.1590/S0102-37722010000200008. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-37722010000200008
Frota, O. P., Sene, A. G., Ferreira-Júnior, M. A., Giacon-Arruda, B. C. C., Teston, É. F., Pompeo, D. A., & Paula, F. M. (2021). Coping strategies of family members of intensive care unit patients. Intensive and Critical Care Nursing, 63, 102980. https://doi.org/10.1016/j.iccn.2020.102980. DOI: https://doi.org/10.1016/j.iccn.2020.102980
Harlan, E. A., Miller, J., Costa, D. K., Fagerlin, A., Iwashyna, T. J., Chen, E. P., Lipman, K., & Valley, T. S. (2020). Emotional experiences and coping strategies of family members of critically ill patients. Chest, 158(4), 1464–1472. https://doi.org/10.1016/j.chest.2020.05.535. DOI: https://doi.org/10.1016/j.chest.2020.05.535
Harris, P. A., Taylor, R., Thielke, R., Payne, J., Gonzalez, N., & Conde, J. G. (2009). Research electronic data capture (REDCap): a metadata-driven methodology and workflow process for providing translational research informatics support. Journal of Biomedical Informormatics, 42(2):377-381. https://doi.org/10.1016/j.jbi.2008.08.010. DOI: https://doi.org/10.1016/j.jbi.2008.08.010
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2010). Censo Brasileiro: amostra: religião: 2010. Recuperado em 06 de agosto de https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pesquisa/23/22107.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2020). Pesquisa nacional por amostra de domicílios contínua: educação 2019. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101736_informativo.pdf.
Instituto Nacional de Câncer (2022b). O que causa o câncer?. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/causas-e-prevencao-do-cancer/o-que-causa-o-cancer/.
Instituto Nacional de Câncer (2022c). O que é câncer?. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/o-que-e-cancer.
Instituto Nacional de Câncer (2022d). Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/estimativa.
Instituto Nacional de Câncer (2022e). Tratamento do câncer. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tratamento.
Instituto Nacional de Câncer. (2022a). Como surge o câncer?. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/como-surge-o-cancer.
Loureiro, L. S. N., & Fernandes, M. G. M. (2015). Perfil do cuidador familiar de idosos dependentes em convívio domiciliar. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 7(5), 145-54. https://doi.org/10.9789/2175-5361.2015.v7i5.145-154. DOI: https://doi.org/10.9789/2175-5361.2015.v7i5.145-154
Machado, S. G., Silva, V., Cerqueira, T. C. F., Oliveira, L. R., Cardoso, L. F. O. J., Santana, H. S. R., & Barreto, J. A. (2021). Perfil clínico e assistencial de duas UTIs de um Hospital Universitário através da análise de indicadores de um serviço de fisioterapia. Research, Society Development, 10(13), e344101321365. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i13.21365. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v10i13.21365
Marcon, S. S., Radovanovic, C. A. T., Salci, M. A., Carreira, L. Haddad, M. L., Faquinello, P. (2009). Estratégias de cuidado a famílias que convivem com a doença crônica em um de seus membros. Ciência, Cuidado e Saúde, 8 (supl):70-78. https://doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v8i0.9720. DOI: https://doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v8i0.9720
Martelletti, L. B. S. J., Martinello, L. R., Santos, L. C. G., Ferrão, A. A. R. C. N., Pereira, J. M., Santos, C. T. B., & Cruz, K. C. T. (2019). Perfil sociodemográfico e clínico de pacientes com câncer internados em uma unidade de terapia intensivo adulto. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 11(13), e985. https://doi.org/10.25248/reas.e985.2019. DOI: https://doi.org/10.25248/reas.e985.2019
Ministério da Saúde (BR). (2012). Resolução n. 166, de 12 de dezembro de 2012. Dispõe sobre diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2013/res0466_12_12_2012.html.
Monteiro, M. C., Magalhães, A. S., & Machado, R. N. (2017). A morte em cena na UTI: a família diante da terminalidade. Trends in Psychology, 25(3), 1285-1299. https://doi.org/10.9788/TP2017.3-17Pt. DOI: https://doi.org/10.9788/TP2017.3-17Pt
Morero, J. A. P., Bragagnollo, G. R., Santos, M. T. S. (2018). Estratégias de enfrentamento: uma revisão sistemática sobre instrumentos de avaliação no contexto brasileiro. Revista Cuidarte, 9(2):2257-2268. https://doi.org/10.15649/cuidarte.v9i2.503. DOI: https://doi.org/10.15649/cuidarte.v9i2.503
Moritz, R. D., Lago, P. M., Souza, R. P., Silva, N. B., Meneses, F. A., Othero, J. C. B., Machado, F. O., Piva, J. P, Dias, M. D., Verdeal, J. C. R., Rocha, E., Viana, R. A. P. P., Magalhães, A. M. P. B., & Azeredo, N. (2008). Terminalidade e cuidados paliativos na unidade de terapia intensiva. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 20(4), 422-428. https://doi.org/10.1590/S0103-507X2008000400016. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-507X2008000400016
Neves, L., Gondim, A. A., & Pinheiro, J. A. M. (2022). Coping na hospitalização: estratégia de enfrentamento familiar de pacientes na unidade semi-intensiva. Psicologia Revista, 31(2), 455–474. https://doi.org/10.23925/2594-3871.2022v31i2p455-474. DOI: https://doi.org/10.23925/2594-3871.2022v31i2p455-474
Oliveira, L. M. A. C., Medeiros, M., Barbosa, M. A., Siqueira, K. M., Oliveira, P. M. C., & Munari, D. B. (2010). Grupo de suporte como estratégia para acolhimento de familiares de pacientes em unidade de terapia intensiva. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 44(2), 429–436. https://doi.org/10.1590/S0080-62342010000200027. DOI: https://doi.org/10.1590/S0080-62342010000200027
Onrust, M., Lansink-Hartgring, A. O., van der Meulen, I., Luttik, M. L., de Jong, J., & Dieperink, W. (2022). Coping strategies, anxiety and depressive symptoms in family members of patients treated with extracorporeal membrane oxygenation: a prospective cohort study. Heart and Lung, 52, 146–151. https://doi.org/10.1016/j.hrtlng.2022.01.002. DOI: https://doi.org/10.1016/j.hrtlng.2022.01.002
Palhares, D., Santos, Í. A., & Cunha, A. C. R. (2016). Limitação terapêutica para crianças portadoras de malformações cerebrais graves. Revista Bioética, 24(3), 567-578. https://doi.org/10.1590/1983-80422016243156. DOI: https://doi.org/10.1590/1983-80422016243156
Paranhos, G. K., & Rego, S. (2014). Limitação do suporte de vida pediátrico: argumentações éticas. Revista Bioética, 22(3), 519-528. https://doi.org/10.1590/1983-80422014223035. DOI: https://doi.org/10.1590/1983-80422014223035
Patrício, A. C. A., Athayde, R. A. A., Aquino, T. A. A. (2022). A influência da espiritualidade e da religiosidade no sentido de vida de pacientes oncológicos. REVER, 22(1), 179-196. https://doi.org/10.23925/1677-1222.2021vol22i1a12. DOI: https://doi.org/10.23925/1677-1222.2021vol22i1a12
Pereira, T. B., & Branco, V. L. R. (2016). As estratégias de coping na promoção à saúde mental de pacientes oncológicos: uma revisão bibliográfica. Revista Psicologia e Saúde, 8(1), 24-31. https://doi.org/10.20435/2177093X2016104. DOI: https://doi.org/10.20435/pssa.v1i8.484
Reis, L. C. C., Gabarra, L. M., & Moré, C. L. O. O. (2016). As repercussões do processo de internação em UTI adulto na perspectiva de familiares. Temas em Psicologia, 24(3), 815-828. https://doi.org/10.9788/TP2016.3-03. DOI: https://doi.org/10.9788/TP2016.3-03
Rodriguez, A. H., Bub, M. B. C., Perão, O. F., Zandonadi, G., & Rodriguez, M. J. H. (2016). Características epidemiológicas e causas de óbitos em pacientes internados em terapia intensiva. Revista Brasileira de Enfermagem, 69(2), 229–234. https://doi.org/10.1590/0034-7167.2016690204i. DOI: https://doi.org/10.1590/0034-7167.2016690204i
Rosado, M. J. (2017). Feminismo, gênero e religião: os desafios de um encontro possível. Estudos de Religião, 31(2):65-76. https://doi.org/10.15603/2176-1078/er.v31n2p65-76. DOI: https://doi.org/10.15603/2176-1078/er.v31n2p65-76
Rosado-Nunes, M. J. (2005). Gênero e religião. Revista Estudos Feministas, 13(2), 363–365. https://doi.org/10.1590/S0104-026X2005000200009. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2005000200009
Santana, J. C. B., Dutra, B. S., Carlos, J. M. M., & Barros, J. K. A. (2017). Ortotanásia nas unidades de terapia intensiva: percepção dos enfermeiros. Revista Bioética, 25(1), 158-167. https://doi.org/10.1590/1983-80422017251177. DOI: https://doi.org/10.1590/1983-80422017251177
Santos, M. F. G., & Bassitt, D. P. (2011). Terminalidade da vida em terapia intensiva: posicionamento dos familiares sobre ortotanásia. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 23(4), 448-454. https://doi.org/10.1590/S0103-507X2011000400009. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-507X2011000400009
Seidl, E. M. F. (2005). Enfrentamento, aspectos clínicos e sociodemográficos de pessoas vivendo com HIV/Aids. Psicologia em Estudo, 10(3), 421–429. https://doi.org/10.1590/S1413-73722005000300010. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-73722005000300010
Seidl, E. M. F., Tróccoli, B. T., & Zannon, C. M. L. C. (2001). Análise fatorial de uma medida de estratégias de enfrentamento. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 17(3), 225-234. https://doi.org/10.1590/S0102-37722001000300004. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-37722001000300004
Silva, Á. G., Costa, J. S., & Silva, L. A. (2022). Psicologia hospitalar: estratégias de enfrentamento utilizadas pelos familiares de crianças em cuidados paliativos em um hospital oncológico de referência na cidade de Manaus. Residência Pediátrica,12(1):283. https://doi.org/10.25060/residpediatr-2022.v12n1-283. DOI: https://doi.org/10.25060/residpediatr-2022.v12n1-283
Silva, L. G, Schiave, G. D., Bonamigo, L. A. S., Hapner, L. R. M. (2020). Relação entre medicina e espiritualidade/religiosidade: impactos no processo de adoecimento. Revista Uningá, 57(4), 93-100. https://doi.org/10.46311/2318-0579.57.eUJ3452. DOI: https://doi.org/10.46311/2318-0579.57.eUJ3452
Souza, L. P. S., Oliveira, P. M., Ruas, S. J. S., Fonseca, A. D. G., Silva, C. S. O. (2020). A saúde do homem e atenção primária à saúde: revisão integrativa. Revista de APS, 23(3), 686-705. https://doi.org/10.34019/1809-8363.2020.v23.15956. DOI: https://doi.org/10.34019/1809-8363.2020.v23.15956
Stein, J. S., & Moreira, M. C. (2021). Perspectivas do cônjuge sobre a doença oncológica do(a) parceiro(a): do trauma à possibilidade de ressignificação. Pensando familias, 25(2), 48-64. Recuperado em 06 de agosto de 2025, de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-494X2021000200005&lng=pt&tlng=pt.
Vasconcelos, E. V., Freitas, K. O., Silva, D. É. D., Baia, R. S. M., Tavares, R. S., & Araújo, J. S. (2016). O cotidiano de familiares de pacientes internados na uti: um estudo com as representações sociais. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 8(2):4313-27. https://doi.org/10.9789/2175-5361.2016.v8i2.4313-4327. DOI: https://doi.org/10.9789/2175-5361.2016.v8i2.4313-4327
Victorino, A. B., Nisenbaum, E. B., Gibello, J. Bastos, M. Z. N. & Andreoli, P. B. A. (2007). Como comunicar más notícias: revisão bibliográfica. Revista da SBPH, 10(1), 53-63. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.10.129. DOI: https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.10.129
Vieira-Santos, J., & Silva, G. M. (2022). Estratégias de enfrentamento de estresse entre estudantes universitários brasileiros: uma revisão da literatura. Psicologia Argumento, 40(108). https://doi.org/10.7213/psicolargum40.108.AO14. DOI: https://doi.org/10.7213/psicolargum40.108.AO14
Vizzachi, B. A., Daspett, C., Cruz, M. G. S., & Horta, A. L. M. (2015). Family dynamics in face of Alzheimer's in one of its members. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 49(6), 931–936. https://doi.org/10.1590/S0080-623420150000600008. DOI: https://doi.org/10.1590/S0080-623420150000600008
Woinarovicz, B. P., & Moreira, M. C. (2020). Estratégias de enfrentamento de familiares de pacientes em UTI: uma revisão sistemática da literatura. Revista da SBPH, 23(2), 126-138. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.23.124. DOI: https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.23.124
Zanetti, T. G., Stumm, E. M. F., Ubessi, L. D. (2013). Estresse e coping de familiares de pacientes em uma unidade de terapia intensiva. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 5 (2), 3608-3619. https://doi.org/10.9789/2175-5361.2013.v5i2.3608-3619. DOI: https://doi.org/10.9789/2175-5361.2013v5n2p3608
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
A licença CreativeCommons “Atribuição 4.0 Internacional" – CC BY permite "copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato e remixar, transformar e criar a partir do material, para qualquer fim, mesmo que comercial." Ainda de acordo com a licença CC BY, os autores devem "atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença e indicar se foram feitas alterações". Essas alterações devem ser indicadas sem sugerir que a Revista da SBPH apoie o seu uso. Mais informações sobre a licença em: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt






