A relação mãe-bebê na prematuridade extrema
uma análise sobre a formação de vínculos
DOI:
https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.2026.v29.844Palavras-chave:
Nascimento Prematuro, Relações Materno-Fetais, Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, Psicologia, PsicanáliseResumo
O presente artigo teve como objetivo investigar a influência da prematuridade extrema na qualidade da relação mãe-bebê, nos primeiros meses de vida, com foco na formação do vínculo entre ambos. Para tanto, realizou-se uma revisão de literatura a partir do acesso às bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde – LILACS, Scientific Electronic Library Online – SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde Psicologia – BVS-Psicologia e Periódicos em Psicologia – PePsic. Empregaram-se os descritores (i) prematuridade e (ii) psicologia. Adotaram-se como critérios de inclusão os artigos que abordassem a relação entre prematuridade e vínculo mãe-bebê, publicados em português entre 2003 e 2023. Foram excluídos os artigos em duplicidade, bem como aqueles em que a condição de prematuridade não se relacionava com o objeto deste estudo. Os resultados mostram que a prematuridade extrema impõe diversas barreiras ao processo de vinculação, especialmente devido à hospitalização prolongada em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal – UTIN. A separação física entre mãe e bebê, a fragilidade do recém-nascido, e o ambiente hospitalar repleto de protocolos e de procedimentos técnicos necessários aos cuidados médicos, dificultam o estabelecimento do vínculo afetivo inicial. O estudo ressalta a importância de intervenções humanizadas que promovam a aproximação entre mãe e bebê, auxiliando na criação de uma relação mais forte e segura. Conclui-se que a atenção multidisciplinar e o acolhimento emocional são fatores-chave para a promoção de uma maternidade mais saudável em casos de prematuridade extrema.
Downloads
Referências
Agman, M.,Druon, C., & Frichet, A. (1999). Intervenções psicológicas em neonatologia. In D. B. Wanderley (Org.), Agora eu era o rei: os entraves da prematuridade (pp. 17–34). Ágalma.
Ainsworth, M. D. S., Blehar, M. C., Waters, E., & Wall, S. (1978). Patterns of attachment: a psychological study of the strange situation. Erlbaum. DOI: https://doi.org/10.1037/t28248-000
Andreani, G., Custódio, Z. A. O., & Crepaldi, M. A. (2006). Tecendo as redes de apoio na prematuridade. Aletheia, (24), 115–126. Recuperado em 20 de janeiro de 2026, de https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-03942006000300011.
Baseggio, D. B., Dias, M. P. S., Brusque, S. R., Donelli, T. M. S., & Mendes, P. (2017). Vivências de mães e bebês prematuros durante a internação neonatal. Temas em Psicologia, 25(1), 153–167. https://doi.org/10.9788/TP2017.1-10. DOI: https://doi.org/10.9788/TP2017.1-10
Benoit, D. (2004). Infant-parent attachment: definition, types, antecedents, measurement and outcome. Paediatrics and Child Health, 9(8), 541-545. https://doi.org/10.1093/pch/9.8.541. DOI: https://doi.org/10.1093/pch/9.8.541
Bowlby, J. (1969). Attachment and loss (Vol. 1, Attachment). The Hogarth Press.
Braga, M. C. A., Morsch, D. S., Lopes, J. M. A., & Carvalho, M. (2001). Maternagem ampliada: a transgeracionalidade em UTI neonatal. Pediatria Moderna, 37(7), 312-317.
Cardoso, A. C. A., Romiti, R., Ramos, J. L. A., Issler, H., Grassiotto, C., & Sanches, M. T. C. (2006). Método mãe-canguru: aspectos atuais. Pediatria (São Paulo), 28(2), 128-134.
Catão, M. F. F. (2004). Psicodinâmica da maternidade. Casa do Psicólogo.
Cleveland, L. M. (2008). Parenting in the neonatal intensive care unit. Journal of obstetric, gynecologic, and neonatal nursing, 37(6), 666–691. https://doi.org/10.1111/j.1552-6909.2008.00288.x. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1552-6909.2008.00288.x
Corrêa, Á. C. P., Arruda, T. M., Mandú, E. N. T., Teixeira, R. C., & Arantes, R. B. (2010). Humanização da assistência à puérpera: concepções de profissionais de enfermagem de um hospital público. Ciência, Cuidado e Saúde, 9(4), 728–735. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v9i4.13825. DOI: https://doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v9i4.13825
Debray, R. (1988). A criança do espelho: ensaios psicanalíticos sobre a criança. Francisco Alves.
Donelli, T. M. S. (2003). O parto no processo de transição para a maternidade [Dissertação de mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul]. Repositório Institucional. http://hdl.handle.net/10183/4122.
Duarte, A. S., Santos, W. S., Silva, L. D. B., Oliveira, J. D., & Sampaio, K. J. J. (2010). Promoção da saúde às genitoras de bebês prematuros: ação da enfermagem na alta hospitalar. Revista Rene, 11 (3), 162–170. https://doi.org/10.15253/2175-6783.20100003000017. DOI: https://doi.org/10.15253/2175-6783.20100003000017
Favaro, M. S. F., Peres, R. S., & Santos, M. A. (2012). Avaliação do impacto da prematuridade na saúde mental de puérperas. Psico-USF, 17(3), 457–465. https://doi.org/10.1590/S1413-82712012000300012. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-82712012000300012
Feldman, R. (2015). The adaptive human parental brain: Implications for children's social development. Trends in Neurosciences, 38(6), 387–399. https://doi.org/10.1016/j.tins.2015.04.004. DOI: https://doi.org/10.1016/j.tins.2015.04.004
Feldman, R. (2020). What is resilience: an affiliative neuroscience approach. World Psychiatry, 19(2), 132–150. https://doi.org/10.1002/wps.20729. DOI: https://doi.org/10.1002/wps.20729
Ferrari, A. G., & Donelli, T. M. S. (2010). Tornar-se mãe e prematuridade: considerações sobre a constituição da maternidade no contexto do nascimento de um bebê com muito baixo peso. Contextos Clínicos, 3(2), 106–112. https://doi.org/10.4013/4567. DOI: https://doi.org/10.4013/ctc.2010.32.04
Ferrari, A. G., & Piccinini, C. A. (2010). Função materna e mito familiar: evidências a partir de um estudo de caso. Ágora, Estudos em Teoria Psicanalítica, 13(2), 243–257. https://doi.org/10.1590/S1516-14982010000200007. DOI: https://doi.org/10.1590/S1516-14982010000200007
Ferrari, A. G., Piccinini, C. A., & Lopes, R. S. (2006). O narcisismo no contexto da maternidade: algumas evidências empíricas. Psico, 37(3), 271–278. Recuperado em 21 de janeiro, de https://revistaseletronicas.pucrs.br/revistapsico/article/view/1448.
Freire, T. C. G., & Chatelard, D. S. (2009). O aborto é uma dor narcísica irreparável?. Revista Mal-Estar e Subjetividade, 9(3), 1007–1022. Recuperado em 21 de janeiro de 2026, de https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1518-61482009000300012.
Freud, S. (1992). Introducción del narcisismo. In Contribuición a la historia del movimiento psicoanalítico: trabajos sobre metapsicología y otras obras (Obras completas, Vol. 14, pp. 65-98, J. L. Etcheverry, Trad.). Amorrortu. [Trabalho original publicado em 1914].
Freud, S. (1996). Algumas consequências psíquicas da distinção anatômica entre os sexos. In O ego e o id e outros trabalhos (Obras completas, Vol. 19, pp. 277-287). Imago [Trabalho original publicado em 1925].
Freud, S. (1996). Luto e melancolia (Obras completas,Vol. 14). Imago. [Trabalho original publicado em 1917].
Freud, S. (2006). O estranho. In História de uma neurose infantil e outros trabalhos (Obras completas, Vol. 17, pp. 237-270, J. Salomão, Trad.). Imago. [Trabalho original publicado em 1919].
Freud, S. (2014). Inibição, sintoma e angústia. Companhia das Letras. [Trabalho original publicado em 1926].
Gomes, A. L. H., Quayle, J., Neder, M., Leone, C. R., & Zugaib, M. (1997). Mãe-bebê pré-termo: as especificidades de um vínculo e suas implicações para a intervenção multiprofissional. Revista de Ginecologia e Obstetrícia, 8(4), 205–208.
Haslbeck, F. B. (2012). Music therapy for premature infants and their parents: an integrative review. Nordic Journal of Music Therapy, 21(3), 203-226. https://doi.org/10.1080/08098131.2011.648653. DOI: https://doi.org/10.1080/08098131.2011.648653
Holditch‐Davis, D., Bartlett, T. R., Blickman, A. L., & Miles, M. S. (2003). Posttraumatic stress symptoms in mothers of premature infants. Journal of Obstetric, Gynecologic, and Neonatal Nursing, 32(2), 161-171. https://doi.org/10.1177/0884217503252035. DOI: https://doi.org/10.1177/0884217503252035
Klaus, M. H., & Kennel, J. H. (1992). Pais bebês: a formação do apego. Artes Médicas.
Lara, K. L., & Kind, L. (2014). Processos de subjetivação vivenciados por mães em uma unidade de neonatologia. Psicologia em Estudo, 19(4), 575–585. https://doi.org/10.1590/1413-73722157901. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-73722157901
Lebovici, S. (1987). O bebê, a mãe e o psicanalista. Artes Médicas.
Linhares, M. B. M., Arvalho, A. E. V., Bordin, M. B. M., & Jorge, S. M. (1999). Suporte psicológico ao desenvolvimento de bebês pré-termo com peso de nascimento <1500g: na UTI-neonatal e no segmento longitudinal. Temas em Psicologia, 7(3), 245–262. Recuperado em 21 de janeiro de 2026, de https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1413-389X19990003&lng=pt&nrm=i.
Maldonado, M. T. (1989). Maternidade e paternidade. Vozes.
Maldonado, M. T. (1992). Psicossomática e obstetrícia. In J. Mello Filho (Org.), Psicossomática hoje (pp. 208–214). Artes Médicas.
Martins, M. C., Boeckmann, L. M. M., Melo, M. C., Moura, A. S., Morais, R. C. M., Mazoni, S. R., & Griboski, R. A. (2022). Percepções de mães nutrizes ao vivenciarem a prematuridade na unidade de terapia intensiva neonatal. Cogitare Enfermagem, 27, e80125. https://doi.org/10.5380/ce.v27i0.80125. DOI: https://doi.org/10.5380/ce.v27i0.80125
Mata, G. D., Cherer, E. Q., & Chatelard, D. S. (2017). Prematuridade e constituição subjetiva: considerações sobre atendimentos na unidade de terapia intensiva neonatal. Estilos da Clínica, 22(3), 428–441. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i3p428-441. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i3p428-441
Mathelin, C. (1999). O sorriso da Gioconda: clínica psicanalítica com os bebês prematuros. Companhia de Freud.
McCarty, D., Willett, S., Kimmel, M., & Dusing, S. C. (2023). Benefits of maternally-administered infant massage for mothers of hospitalized preterm infants: a scoping review. Maternal Health, Neonatology and Perinatology, 9(1), 7. https://doi.org/10.1186/s40748-023-00151-7. DOI: https://doi.org/10.1186/s40748-023-00151-7
Menezes, M. A. D. S., Garcia, D. C., Melo, E. V., & Cipolotti, R. (2014). Recém-nascidos prematuros assistidos pelo Método Canguru: Avaliação de uma coorte do nascimento aos seis meses. Revista Paulista de Pediatria, 32(2), 171–177. https://doi.org/10.1590/0103-0582201432213113. DOI: https://doi.org/10.1590/0103-0582201432213113
Minayo, M. C. (Org.). (2001). Pesquisa social: teoria, método e criatividade (18a ed.). Vozes.
Ministério da Saúde (BR). (2023). Ministério da Saúde lança campanha Novembro Roxo de prevenção à prematuridade. Recuperado em 20 de janeiro de 2026, de https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/novembro/ministerio-da-saude-lanca-campanha-novembro-roxo-de-prevencao-a-prematuridade.
Morsch, D. S., & Braga, M. C. A. (2007). À procura de um encontro perdido: o papel da “preocupação médico-primária” em UTI neonatal. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 10(4), 624–636. https://doi.org/10.1590/S1415-47142007000400005. DOI: https://doi.org/10.1590/S1415-47142007000400005
Oliveira, K., Veronez, M., Higarashi, I. H., & Corrêa, D. A. M. (2013). Vivências de familiares no processo de nascimento e internação de seus filhos em UTI neonatal. Escola Anna Nery, 17(1), 46–53. https://doi.org/10.1590/S1414-81452013000100007. DOI: https://doi.org/10.1590/S1414-81452013000100007
Organização Mundial da Saúde. (1961). Classificação dos nascimentos prematuros e definição de baixo peso ao nascer.
Pacheco, S. T. A., Silva, A. M., Lioi, A., & Rodrigues, T. A. F. (2012). O cuidado pelo enfermeiro ao recém-nascido prematuro frente à punção venosa. Revista de Enfermagem UERJ, 20(3), 306–311. Recuperado em 21 de janeiro de 2026, de https://www.e-publicacoes.uerj.br/enfermagemuerj/article/view/3150.
Palazzi, A., Meschini, R., & Piccinini, C. A. (2019). Intervenção musicoterápica para mãe-bebê pré-termo: uma proposta de intervenção na UTI neonatal. Psicologia em Estudo, 24, e41123. https://doi.org/10.4025/psicolestud.v24i0.41123. Errata em https://doi.org/10.4025/psicolestud.v24i0.41123a. DOI: https://doi.org/10.4025/psicolestud.v24i0.41123
Pedroso, G. E. R., & Bousso, R. S. (2003). O significado de cuidar da família na UTI neonatal: crenças da equipe de enfermagem. Ciência, Cuidado e Saúde, 2(2), 123–129. https://doi.org/10.4025/ciencuidsaude.v2i2.5533.
Piccinini, C. A., Gomes, A. G., Moreira, L. E., & Lopes, R. S. (2004). Expectativas e sentimentos da gestante em relação ao seu bebê. Psicologia: Teoria E Pesquisa, 20(3), 223–232. https://doi.org/10.1590/S0102-37722004000300003. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-37722004000300003
Pontes, G. A. R., & Cantillino, A. (2014). A influência do nascimento prematuro no vínculo mãe-bebê. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 63(4), 290–298. https://doi.org/10.1590/0047-2085000000037. DOI: https://doi.org/10.1590/0047-2085000000037
Reichert, A. P. S., Lins, R. N. P., & Collet, N. (2007). Humanização do cuidado da UTI neonatal. Revista Eletrônica de Enfermagem, 9(1), 200–213. https://doi.org/10.5216/ree.v9i1.7148. DOI: https://doi.org/10.5216/ree.v9i1.7148
Sá, E. (2004). A maternidade e o bebê. Fim de Século.
Scochi, C. G. S., Kokuday, M. L. P., Riul, M. J. S., Rossanez, L. S. S., Fonseca, L. M. M., & Leite, A. M. (2003). Incentivando o vínculo mãe-filho em situação de prematuridade: as intervenções de enfermagem no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 11(4), 539–543. https://doi.org/10.1590/S0104-11692003000400018. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-11692003000400018
Scortegagna, S. A., Miranda, C. A., Morsch, D. S., Carvalho, R. A., Biasi, J., & Cherubini, F. (2005). O processo interativo mãe-bebê pré-termo. Psic: Revista de Psicologia da Vetor Editora, 6(2), 61–70. Recuperado em 21 de janeiro de 2026, de https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1676-73142005000200008.
Shaffer, D. R. (2005). Desenvolvimento e personalidade da criança (6a ed.). Pioneira Thomson Learning.
Silva, B. A. A., & Braga, L. P. (2019). Fatores promotores do vínculo mãe-bebê no puerpério imediato hospitalar: uma revisão integrativa. Revista da SBPH, 22(1), 258–279. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.22.191. DOI: https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.22.191
Silva, R. S., & Porto, M. C. (2016). A importância da interação mãe-bebê. Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde, 20(2), 73–78. https://doi.org/10.17921/1415-6938.2016v20n2p73-78. DOI: https://doi.org/10.17921/1415-6938.2016v20n2p73-78
Soifer, R. (1980). Psicologia da gravidez, parto e puerpério. Artes Médicas.
Souza, M. T., Silva, M. D., & Carvalho, R. (2010). Revisão integrativa: o que é e como fazer. Einstein (São Paulo), 8(1), 102–106. https://doi.org/10.1590/S1679-45082010RW1134. DOI: https://doi.org/10.1590/s1679-45082010rw1134
Stern, D. N. (1997). A constelação da maternidade. Artes Médicas.
Szejer, M. (1999). Palavras para nascer: a escuta psicanalítica na maternidade. Casa do Psicólogo.
Väliaho, T., Lehtonen, L., Axelin, A., & Korja, R. (2023). Parental narratives of bonding and relational experiences with preterm infants born at 23 to 24 weeks of gestation. Children, 10(5), 793. https://doi.org/10.3390/children10050793. DOI: https://doi.org/10.3390/children10050793
van der Horst, F. C. (2011). John Bowlby: from psychoanalysis to ethology: unravelling the roots of attachment theory. John Wiley & Sons. DOI: https://doi.org/10.1002/9781119993100
Viana, M. R. P., Araújo, L. A. N., Sales, M. C. V, & Magalhães, J. M. (2018). Vivência de mães de prematuros no método mãe canguru. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamento Online, 10(3), 690–695. https://doi.org/10.9789/2175-5361.2018.v10i3.690-695. DOI: https://doi.org/10.9789/2175-5361.2018.v10i3.690-695
Vidal, M. (2011). Alta hospitalar e reinternação de bebê prematuro: uma reflexão sobre o acesso aos serviços de saúde. Mental, 9(17), 537–558. Recuperado em 21 de janeiro de 2026, de https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-44272011000200003.
Wanderley, D. B. (1999). Agora eu era o rei. In D. B. Wanderley (Org.), Agora eu era o rei: os entraves da prematuridade (pp. 141–151). Ágalma.
Winnicott, D. (1978). Da pediatria à psicanálise: textos selecionados. Francisco Alves. [Trabalho original publicado em 1945].
Winnicott, D. W. (1975). O brincar e a realidade. Imago. [Trabalho original publicado em 1971].
Winnicott, D. W. (1993). A família e o desenvolvimento individual. Martins Fontes. [Trabalho original publicado em 1965].
Winnicott, D. W. (2000). A preocupação materna primária. Imago. [Trabalho original publicado em 1956].
Winnicott, D. W. (2006). Os bebês e suas mães (3a ed.). Martins Fontes. [Trabalho original publicado em 1988].
Zalcberg, M. (2003). A relação mãe e filha. Elsevier.
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
A licença CreativeCommons “Atribuição 4.0 Internacional" – CC BY permite "copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato e remixar, transformar e criar a partir do material, para qualquer fim, mesmo que comercial." Ainda de acordo com a licença CC BY, os autores devem "atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença e indicar se foram feitas alterações". Essas alterações devem ser indicadas sem sugerir que a Revista da SBPH apoie o seu uso. Mais informações sobre a licença em: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt






