A atuação da psicologia hospitalar no manejo de doenças crônicas durante a hospitalização
DOI:
https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.2025.v28.868Palavras-chave:
Psicologia hospitalar, Doenças crônicas, Hospitalização, Promoção da saúde, Saúde mentalResumo
O presente estudo teve como objetivo analisar a atuação da Psicologia Hospitalar no manejo de doenças crônicas durante a hospitalização, considerando os impactos emocionais, físicos e sociais que acompanham esse processo. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, realizada por meio de uma revisão integrativa da literatura, desenvolvida em plataformas de pesquisa reconhecidas nacional e internacionalmente. Foram utilizados descritores relacionados à Psicologia Hospitalar, doenças crônicas e hospitalização, respeitando os critérios de inclusão e exclusão previamente definidos. A análise do material selecionado evidenciou que o psicólogo hospitalar desempenha papel fundamental na escuta sensível, na mediação de conflitos e na promoção do enfrentamento psicológico diante da cronicidade e das limitações impostas pela internação. Observou-se que o trabalho psicológico contribui para o fortalecimento emocional dos pacientes e familiares, favorecendo a adesão ao tratamento e a humanização do cuidado. Contudo, a atuação do psicólogo ainda enfrenta desafios, como a falta de reconhecimento institucional e a predominância de práticas centradas no modelo biomédico. Conclui-se que a Psicologia Hospitalar é essencial para a integralidade do cuidado, pois articula dimensões psíquicas e sociais do adoecimento, ampliando a compreensão do sofrimento e promovendo intervenções mais humanizadas no contexto hospitalar.
Downloads
Referências
Alves, G. C. M. (2024). A atuação profissional do psicólogo hospitalar em unidades de terapia intensiva adulto: revisão integrativa de literatura [Trabalho de conclusão de curso, Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos]. Repositório Institucional. https://dspace2.uniceplac.edu.br/handle/123456789/1116.
Alves, R. F., Andrade, S. F. O., Melo, M. O., Cavalcante, K. B., & Angelim, R. M. (2015). Cuidados paliativos: desafios para cuidadores e profissionais de saúde. Fractal: Revista de Psicologia, 27(2), 165–176. https://doi.org/10.1590/1984-0292/943. DOI: https://doi.org/10.1590/1984-0292/943
Alves, R. S. F., Cunha, E. C. N., Santos, G. C., & Melo, M. O. (2019). Cuidados paliativos: alternativa para o cuidado essencial no fim da vida. Psicologia: Ciência e Profissão, 39, e185734. https://doi.org/10.1590/1982-3703003185734. DOI: https://doi.org/10.1590/1982-3703003185734
Angerami-Camon, V. A. (2000). Psicologia da saúde: um novo significado para a prática clínica (pp. 225–225, A significação da psicologia no contexto hospitalar. Pioneira.
Angerami-Camon, W. A., Trucharte, F. A. R., Knijnik, R. B., & Sebastiani, R. W. (1995). Psicologia hospitalar: teoria e prática. Pioneira.
Angonese, C. L., & Mari, M. A. (2024). Vivendo com câncer: perspectivas de pacientes e familiares. Revista da SBPH, 27, e009. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.v27.609. DOI: https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.v27.609
Antoni, M. H., Moreno, P. I., & Penedo, F. J. (2023). Stress management interventions to facilitate psychological and physiological adaptation and optimal health outcomes in cancer patients and survivors. Annual Review of Psychology, 74, 423–455. https://doi.org/10.1146/annurev-psych-030122-124119. DOI: https://doi.org/10.1146/annurev-psych-030122-124119
António, P. (2010). A psicologia e a doença crónica: intervenção em grupo na diabetes mellitus. Psicologia, Saúde e Doenças, 11(1), 15–27. Recuperado de https://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1645-00862010000100002.
Araújo, M. C. G., Palotti, G. M., Carvalho, J. G. N., Gontijo, J. G. C., Silva, P. P. D. F., Tanuri, T. B., & Faria, F. C. (2024). Qualidade de vida, ansiedade e depressão em pacientes oncológicos e investigação de dor total. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(8), e17131. https://doi.org/10.25248/reas.e17131.2024. DOI: https://doi.org/10.25248/reas.e17131.2024
Assis, F. E., Figueiredo, S. E. F. M. R. (2019). A atuação da psicologia hospitalar, breve histórico e seu processo de formação no Brasil. Psicologia Argumento, 37(98), 501–512. https://doi.org/10.7213/psicolargum.37.98.AO06. DOI: https://doi.org/10.7213/psicolargum.37.98.AO06
Azevêdo, A. V. S., & Crepaldi, M. A. (2016). A psicologia no hospital geral: aspectos históricos, conceituais e práticos. Estudos de Psicologia (Campinas), 33(4), 573–585. https://doi.org/10.1590/1982-02752016000400002. DOI: https://doi.org/10.1590/1982-02752016000400002
Azevedo, T. B. A., & Rocha, A. S. (2025). O luto silenciado: implicações psicológicas das perdas não reconhecidas. Psicologia e Saúde em Debate, 11(2), 82–92. https://doi.org/10.22289/2446-922X.V11A2A5. DOI: https://doi.org/10.22289/2446-922X.V11A2A5
Bailey, R. K., Clemens, K. M., Portela, B., Bowrey, H., Pfeiffer, S. N., Geonnotti, G., Riley, A., Sminchak, J., Kevo, S. L., & Naranjo, R. R. (2024). Motivators and barriers to help-seeking and treatment adherence in major depressive disorder: a patient perspective. Psychiatry Research Communications, 4(4), 100200. https://doi.org/10.1016/j.psycom.2024.100200. DOI: https://doi.org/10.1016/j.psycom.2024.100200
Baptista, M. N. & Dias, R. R. (Orgs.). (2003). Psicologia hospitalar. Guanabara Koogan.
Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo (3a reimpr. rev e atual.). Edições 70. (Trabalho original publicado em 1977).).
Bravo, N. M. C. (2016). A importância da psicoeducação na alteração do humor no doente depressivo [Dissertação de mestrado, Universidade de Évora]. Repositório Institucional. http://hdl.handle.net/10174/18931.
Braz, J. V., Rocha, A. S., & Caurin, N. B. (2021). Qualidade de vida, bem-estar subjetivo e fatores socioeconômicos de adultos em tratamento oncológico. Revista de Casos e Consultoria, 12(1), e26131. Recuperado em 16 de outubro de 2025, de https://periodicos.ufrn.br/casoseconsultoria/article/view/26131.
Carvalho, N. O. O., & Vargas, T. B. T. (2022). Reflexões acerca da psicologia nos cuidados paliativos. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 8(10), 451–467. https://doi.org/10.51891/rease.v8i10.7034. DOI: https://doi.org/10.51891/rease.v8i10.7034
Castro, E. K., & Bornholdt, E. (2004). Psicologia da saúde x Psicologia hospitalar: definições e possibilidades de inserção profissional. Psicologia: Ciência e Profissão, 24(3), 48–57. https://doi.org/10.1590/S1414-98932004000300007. DOI: https://doi.org/10.1590/S1414-98932004000300007
Cavalcante, R. A., Vaz, S. B. V., Vaz, T. S., Oliveira, G. C., & Rocha, D. G. (2024). Circuito dos cuidados psicossociais: sistematização de intervenção na crise psíquica no atendimento pré-hospitalar móvel. Interface: Comunicação, Saúde, Educação, 28, e230211. https://doi.org/10.1590/interface.230211. DOI: https://doi.org/10.1590/interface.240007
Clark, D. (1999). “Total pain”, disciplinary power and the body in the work of Cicely Saunders, 1958–1967. Social Science and Medicine, 49(6), 727–736. https://doi.org/10.1016/S0277-9536(99)00098-2. DOI: https://doi.org/10.1016/S0277-9536(99)00098-2
Conselho Federal de Psicologia (BR). (2019). Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) nos serviços hospitalares do SUS. Recuperado em 16 de outubro de 2025, de https://site.cfp.org.br/publicacao/referencias-tecnicas-para-atuacao-de-psicologasos-nos-servicos-hospitalares-do-sus/.
Costa, F. G., Coutinho, M. P. L., & Santana, I. O. (2014). Insuficiência renal crônica e representações sociais de pacientes com e sem depressão. Psico-USF, 19(3), 387–398. https://doi.org/10.1590/1413-82712014019003002. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-82712014019003002
Costa, L. H. (2024). A morte e o morrer no contexto hospitalar: a importância do acompanhamento psicológico aos pacientes e familiares. Revista Cedigma, 2(3), 1–14. https://doi.org/10.5281/zenodo.13152581.
Coutinho, M. D. P. D. L., & Costa, F. G. (2015). Depressão e insuficiência renal crônica: uma análise psicossociológica. Psicologia e Sociedade, 27, 449-459. https://doi.org/10.1590/1807-03102015v27n2p449. DOI: https://doi.org/10.1590/1807-03102015v27n2p449
Dandan, N., Mansour, F., & Diab, T. (2024). The role of psychology in a multi-disciplinary psychiatric inpatient setting: perspectives from the multidisciplinary team. Middle East Current Psychiatry, 31, 26. https://doi.org/10.1186/s43045-024-00417-6. DOI: https://doi.org/10.1186/s43045-024-00417-6
Edington, R. N., Aguiar, C. V. N., & da Costa e Silva, E. E. (2021). A psicóloga no contexto de cuidados paliativos: principais desafios. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde, 10(3), 398–406. https://doi.org/10.17267/2317-3394rpds.v10i3.3835. DOI: https://doi.org/10.17267/2317-3394rpds.v10i3.3835
Ferreira, E. A. P., Mendonça, M. B., & Lobão, A. C. (2007). Adesão ao tratamento da urticária crônica. Estudos de Psicologia (Campinas), 24(4), 539–549. https://doi.org/10.1590/S0103-166X2007000400013. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-166X2007000400013
Fonseca, R. C. V. (2025). Psicologia da saúde no contexto hospitalar: atendimento ao paciente internado. Appris.
Gioia-Martins, D. F. (Org.) (2023). Psicologia e saúde: formação, pesquisa e prática profissional. Vetor. (Trabalho original publicado em 2012).
Gomes, A. M. L., & Melo, C. F. (2023). Dor total em pacientes oncológicos: uma revisão integrativa da literatura. Psicologia em Estudo, 28, e53629. https://doi.org/10.4025/psicolestud.v28i0.53629. DOI: https://doi.org/10.4025/psicolestud.v28i0.53629
Gomes, R. N. S, Lopes, J. F. C. V., Saturnino, C. M. M., Dias, A. A. S., Almeida, L. S., Cordeiro, K. M. S. P., Sampaio, C. A. T. L., Silva, B. H. B., Fernandes Júnior, G. C., Borges Neta, B. P., Pena, L. C. C., & Carvalho, L. R. (2024). A importância da humanização do acolhimento no atendimento de enfermagem no SUS: um relato de experiência. Journal of Medical and Biosciences Research, 1(2), 233–244. Recuperado em 16 de outubro de 2025, de https://journalmbr.com.br/index.php/jmbr/article/view/33.
Gomes, R. S., & Rocha, A. S. (2023). Estágio em psicologia hospitalar: desafios e potencialidades. Scientia: Revista de Ensino, Pesquisa e Extensão, 7(13), 1–11. https://doi.org/10.69582/2317-5869.2024.v7.9.
Gonçalves, M. B. (2021). Psicologia hospitalar: contribuições e desafios no tratamento de pacientes com doenças crônicas [Trabalho de conclusão de curso, Universidade de Caxias do Sul]. Repositório Institucional. https://repositorio.ucs.br/11338/8513.
Grosso, F. (2025). Integrating psychological and mental health perspectives in disease management: improving patient well-being. Humanities and Social Sciences Communications, 12, 1–7. https://doi.org/10.1057/s41599-025-04359-0. DOI: https://doi.org/10.1057/s41599-025-04359-0
Hutz, C. S., Bandeira, D. R., Trentini, C. M., & Remor, E. (2019). Avaliação psicológica nos contextos de saúde e hospitalar. Artmed.
Lara, L. P., & Kurogi, L. T. (2022). O parecer da psicologia hospitalar em equipe multiprofissional. Revista da SBPH, 25(1), 3–16. https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.25.24. DOI: https://doi.org/10.57167/Rev-SBPH.25.24
Li, D., Su, M., Guo, X., Liu, B., & Zhang, T. (2023). The association between chronic disease and depression in middle-aged and elderly people: the moderating effect of health insurance and health service quality. Frontiers in Public Health, 11, 935969. https://doi.org/10.3389/fpubh.2023.935969.Mäder, B. J. (Org.). (2016). Caderno de psicologia hospitalar: considerações sobre assistência, ensino, pesquisa e gestão (Vol. 1). CRP-PR. DOI: https://doi.org/10.3389/fpubh.2023.935969
Ministério da Saúde (BR). (2014). Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica. (Cadernos de atenção básica, n. 35).
Moretto, M. L. T. (2001). O que pode um analista no hospital?. In M. L. T. Moretto (Org.), O que pode um analista no hospital? (pp. 217–217). Casa do Psicólogo.
Mouton, D. P. (2023). Permission to grieve, please: exploring the concept of disenfranchised grief. Stellenbosch Theological Journal, 9(2), 1–17. https://journals.co.za/doi/epdf/10.17570/stj.2023.v9n2.a13. DOI: https://doi.org/10.17570/stj.2023.v9n2.a13
Nadal, I. P., Angkurawaranon, C., Singh, A., Choksomngam, Y., Sadana, V., Kock, L., Wattanapisit, A., Wiwatkunupakarn, N., & Kinra, S. (2024). Effectiveness of behaviour change techniques in lifestyle interventions for non-communicable diseases: an umbrella review. BMC Public Health, 24(1), 3082. https://doi.org/10.1186/s12889-024-20612-8. DOI: https://doi.org/10.1186/s12889-024-20612-8
Oh, S., Kim, E., & Shoda, J. (2023). Lifestyle modification strategies as first line of chronic disease management. Frontiers in Physiology, 14, 1204581. https://doi.org/10.3389/fphys.2023.1204581. DOI: https://doi.org/10.3389/fphys.2023.1204581
Oliveira Neto, J. G. (2022). A espiritualidade no contexto hospitalar: um olhar psicológico. Estudos Avançados sobre Saúde e Natureza, 4(2), 54–60. https://doi.org/10.51249/easn08.2022.947. DOI: https://doi.org/10.51249/easn08.2022.947
Paiva, M. A. B., Assunção, M. R. S., & Fava, S. M. C. L. (2023). Estresse como fator de risco para cronicidade: abordagem quantitativa. Online Brazilian Journal of Nursing, 22, e20236647. https://doi.org/10.17665/1676-4285.20236647. DOI: https://doi.org/10.17665/1676-4285.20236647
Rangachari, P., & Thapa, A. (2025). Impact of hospital and health system initiatives to address social determinants of health (SDOH) in the United States: a scoping review of the peer-reviewed literature. BMC Health Services Research, 25(1), 342. https://doi.org/10.1186/s12913-025-12494-2. DOI: https://doi.org/10.1186/s12913-025-12494-2
Religioni, U., Barrios-Rodríguez, R., Requena, P., Borowska, M., & Ostrowski, J. (2025). Enhancing therapy adherence: impact on clinical outcomes, healthcare costs, and patient quality of life. Medicina (Kaunas, Lithuania), 61(1), 153. https://doi.org/10.3390/medicina61010153. DOI: https://doi.org/10.3390/medicina61010153
Rezaei, M., Keyvanloo Shahrestanaki, S., Sheikh Milani, A., Neishabouri, M., Khaleghparast, S., & Rajabi, M. R. (2024). Evaluation of outcomes of psychological interventions in terminally ill family caregivers: a brief overview. Oncology Reviews, 18, 1482195. https://doi.org/10.3389/or.2024.1482195. DOI: https://doi.org/10.3389/or.2024.1482195
Rocha, A. S., & Ferreira, A. B. M. (2025). Comunicação de más notícias em contexto de morte neonatal: síntese de evidências a partir de uma revisão integrativa. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 8(19), e082387. https://doi.org/10.55892/jrg.v8i19.2387. DOI: https://doi.org/10.55892/jrg.v8i19.2387
Sales, L. I. B., & Rocha, A. S. (2025). Cuidados paliativos e a garantia da dignidade humana para pacientes com doença em fase terminal. Práxis em Saúde, 3(2), 1–8. https://doi.org/10.56579/prxis.v3i2.2443. DOI: https://doi.org/10.56579/prxis.v3i2.2443
Santos, J. S. L., & Laudelino, J. S. (2021). A atuação do psicólogo hospitalar diante da tríade paciente–família–equipe de saúde. In A. A. Ramalho & T. Dalamaria (Orgs.), Atualidades sobre a saúde (pp. 186–192). Omnis Scientia. https://doi.org/10.47094/978-65-88958-33-9/186-192. DOI: https://doi.org/10.47094/978-65-88958-33-9/186-192
Saunders, C. (1964). Care of patients suffering from terminal illness at St. Joseph’s Hospice, Hackney, London. Nursing Mirror, 14(2).
Saunders, C., & Clark, D. (2006). Cicely Saunders: selected writings 1958–2004. Oxford University Press. https://doi.org/10.1093/acprof:oso/9780198570530.001.0001. DOI: https://doi.org/10.1093/acprof:oso/9780198570530.001.0001
Silva, J. G. P. (2024). Cuidados paliativos sob a perspectiva psicológica: abordagens e intervenções eficazes [Trabalho de conclusão de curso, Universidade Federal de Alagoas]. Repositório Institucional. http://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/14541.
Silva, N. M., Santos, M. A., Barroso, B. C. T., Rosado, S. R., Teles, A. A. S., & Sonobe, H. M. (2019). Estratégias de atendimento psicológico a pacientes estomizados e seus familiares. Psicologia: Ciência e Profissão, 39, e178982. https://doi.org/10.1590/1982-3703003178982. DOI: https://doi.org/10.1590/1982-3703003178982
Simonetti, A. (2004). Manual de psicologia hospitalar. Casa do Psicólogo.
Sousa, G. V. A. S., Mota, A. L. C., Cunha, M. C. S. O., Sousa, F. M., & Rocha, A. S. (2025). Vivências e experiências dos profissionais de enfermagem em cuidados paliativos: Comunicação e enfrentamento do processo de morrer. Conexão Ciência, 20 (3), 159–169. https://doi.org/10.24862/cco.v20i3.2049. DOI: https://doi.org/10.24862/cco.v20i3.2049
Souto, C. N. (2020). Qualidade de vida e doenças crônicas: possíveis relações. Brazilian Journal of Health Review, 3(4), 8169–8196. https://doi.org/10.34119/bjhrv3n4-077. DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv3n4-077
Souza, A. S., Cruz, C. A., Pinheiro, C. J., & Arruda, K. D. S. A. (2022). Percepção de pacientes, familiares e profissionais de um hospital geral sobre a atuação da psicologia. Psicologia Argumento, 40(108), 1431-1445. https://doi.org/10.7213/psicolargum40.108.AO05. DOI: https://doi.org/10.7213/psicolargum40.108.AO05
Souza, E. A. (2024). A clínica psicanalítica no hospital: a elaboração do sofrimento psíquico a partir da angústia em pacientes oncológicos [Dissertação de mestrado, Universidade Federal do Pará]. Repositório Institucional. https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/17168.
Souza, L. R., Silveira, F. M., & Rodrigues, M. A. C. (2024). Desafios da atuação da psicologia hospitalar na atualidade brasileira. Cognitionis, 7(2), e480. https://doi.org/10.38087/2595.8801.480 DOI: https://doi.org/10.38087/2595.8801.480
Souza, M. T., Silva, M. D., & Carvalho, R. (2010). Revisão integrativa: o que é e como fazer. Einstein (São Paulo), 8(1), 102–106. https://doi.org/10.1590/S1679-45082010RW1134. DOI: https://doi.org/10.1590/s1679-45082010rw1134
Stewart, S.-J. F., Moon, Z., & Horne, R. (2023). Medication nonadherence: Health impact, prevalence, correlates and interventions. Psychology and Health, 38(6), 726–765. https://doi.org/10.1080/08870446.2022.2144923. DOI: https://doi.org/10.1080/08870446.2022.2144923
Straub, R. O. (2014). Psicologia da saúde: uma abordagem biopsicossocial. Artmed.
Whittemore, R., & Knafl, K. (2005). The integrative review: updated methodology. Journal of Advanced Nursing, 52(5), 546–553. https://doi.org/10.1111/j.1365-2648.2005.03621.x. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1365-2648.2005.03621.x
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
A licença CreativeCommons “Atribuição 4.0 Internacional" – CC BY permite "copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato e remixar, transformar e criar a partir do material, para qualquer fim, mesmo que comercial." Ainda de acordo com a licença CC BY, os autores devem "atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença e indicar se foram feitas alterações". Essas alterações devem ser indicadas sem sugerir que a Revista da SBPH apoie o seu uso. Mais informações sobre a licença em: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt






